minha tia Zefa, eu, tio Quim e meu irmão Negóquarta-feira, 9 de julho de 2008
TOMESSA, UM DIA ANTES DO REGRESSO A LUANDA 6/7/08
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
UIGE : DESCOBRIR LUGARES
O tomate produzido em grande quantidade , num lugar onde há de tudo um pouco : milho, feijão, banana, cenoura....
A beringela madurinha
A florzinha solitária
O pôr do sol no lago 
Flores para os românticos

A agricultura manda no lugar

A recepção do restaurante

Um refúgio quase obrigatório de quem adora a Natureza

Com a "velhota", a pose que o lugar inspira

Eu e a minha cunhada e madrinha Tecas. Na boa, na santa paz do Senhor.....

A "velhota" feliz com a descoberta

E a advertência simpática....por causa dos assanhados, claro !!

O lago cheio de cacusso

Ndjango PAZ e BEM......é apreciar e ponto final !
É imperioso conhecer outros lugares, novas sensações, caminhos diferentes.
Isso fizemos com total entrega no penúltimo dia da nossa curta presença no Uíge, por ocasião das Festas da Cidade
Visitamos um local turístico verdadeiramente fantástico, às margens de um lago belíssimo, a pouca distância da cidade do Negage
Vale a pena admirar encantos como este
UIGE: MAIS VIDA PARA LÁ DA CIDADE E AS DUAS ÓRFÃS MALDITAS....
quarta-feira, 2 de julho de 2008
UIGE : O LIVRO E A FESTA







Mais do que uma apresentação formal e quantas vezes pesada de um novo livro, o evento nos Jardins da Rádio Uíge acabou por ser uma festa em família, descobrindo na plateia velhos rostos que nos acompanham há 20, 30 e até 40 anos : irmãos, amigos de infância, colegas que estiveram connosco na fase do Bê-A-Bá do jornalismo.
Uma verdadeira noite de alegrias, de emoções, aquilo que só se tem nos lugares onde realmente nos sentimos em casa, como aqui no Uige, de onde ainda faço estes rabiscos, na ressaca da grande noite de terça-feira.
A CIDADE E AS DUAS ÓRFÃS MALDITAS

Já chegou ao público o meu último romance, A CIDADE E AS DUAS ÓRFÃS MALDITAS.
A apresentação aconteceu nos jardins da Rádio Uige, no começo da noite de terça feira, 1 de Julho, dia em que completei, coincidentemente, 30 anos de carreira jornalística. Carreira que ,como os meus amigos sabem, começou precisamente na Rádio Uige.
O evento foi,por isso mesmo, um misto de evocação e compromisso, lembrando com lágrimas nos olhos (meu editor chorou ao falar de Kende David, nosso mestre no começo do nosso percurso de homens de Rádio) tempos passados , e deixando a promessa de que o Uíge nunca será abandonado, e sempre que pudermos, aqui estaremos para elevá-lo.
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