
No dia do jogo, o diretor do Jornal de Angola, Luís Fernando, escreveu: "É como se a nação, renascida de um torpor de séculos, se reencontrasse hoje. Como se tudo o que vem de trás não contasse mais. Uma espécie de antes e depois frenético a separar os tempos, numa loucura contagiante que só se consegue por via do feitiço genial do futebol".
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